segunda-feira, 12 de abril de 2010
Mulher com raro tipo de Alzheimer não reconhece filha recém-nascida
Com raios X, cientistas tentam desvendar cérebro humano de 2 milhões de anos
Exame empregado por europeus consegue 'ver' o que há dentro do fóssil.
Os cientistas ainda não divulgaram quais foram as descobertas que puderam fazer usando o raio X, mas já adiantaram que conseguiram detectar até ovos de insetos que provavelmente foram depositados na pele do hominídeo após a sua morte.
Novos testes podem confirmar eficácia de vacina contra câncer de pele
sábado, 10 de abril de 2010
Empatia e violência passam pelos mesmos circuitos no cérebro, diz estudo
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Menino que tinha 31 dedos deve ter alta do hospital na segunda-feira
Médicos extraíram dedos extras no último dia 23.
O hospital de Shenyang, na província chinesa de Liaoning, apresentou nesta quinta-feira (8) o menino que retirou no dia 23 de março 5 dedos das mãos e 6 dos pés. Ele deve ter alta do hospital na segunda-feira (12), informou o jornal “China Daily”. Segundo especialistas, uma mutação genética causou a anomalia. (Foto: China Daily via Reuters)
Médicos contabilizam a pequena protuberância que se vê na mão à direita na foto. Observe que o primeiro dedo tem 'duas pontas' em formação. A soma dá 15 (Foto: Reuters)Leia também:
Dedos a mais são frequentes entre casos de má-formação genética, dizem estudos
Cientistas da África do Sul anunciam descoberta de novo ancestral do homem
‘Australopithecus sediba’ traz pistas de período pobre em registros fósseis.
Os fósseis de uma fêmea com cerca de 30 anos de idade e um garoto com cerca de 13 que morreram ao cair em um fosso de 50 metros, possivelmente no meio de uma tempestade, revelam um novo ancestral da espécie humana. Batizada de Australopithecus sediba, trata-se de uma espécie de hominídeo que revela dados inéditos de um período da história até hoje carente de vestígios fósseis. Os achados ocorreram no sítio de Malapa, na África do Sul, uma região rica em cavernas que é revirada pela ciência desde 1935.
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Crânio do primeiro indivíduo localizado, o U.W. 88-50 (MH 1), no sítio de Malapa, África do Sul (Foto: Brett Eloff, cortesia de Lee Berger e da Universidade de Witwatersrand)
Crânio do primeiro indivíduo localizado, o U.W. 88-50 (MH 1), no sítio de Malapa, África do Sul (Foto: Brett Eloff, cortesia de Lee Berger e da Universidade de Witwatersrand)Os australopitecos – do latim australis, “do sul”, e do grego pithekos, “macaco”) formam um gênero de diversos hominídeos extintos, bastante próximos aos do gênero Homo. O Australopithecus africanus, datado em 2,5 milhões a 2,9 milhões de anos, tem sido considerado o ancestral direto do gênero Homo (das espécies Homo habilis, Homo rudolfensis e Homo erectus, nessa ordem). Agora, o Au. sediba (sediba significa "fonte"), datado em 1,78 milhão a 1,95 milhão de anos, se candidata a ocupar esse posto.
Em teleconferência na quarta-feira (7), Berger contou que haverá um concurso na África do Sul para que estudantes escolham o nome do "ancestral adolescente". "Será parte de uma campanha de educação científica."
Ele também revelou que o grupo encontrou pelo menos outros dois indivíduos no mesmo sítio. Como as escavações ainda estão sendo realizadas, Berger não quis dar mais detalhes.
Os artigos "Australopithecus sediba: a New Species of Homo-like Australopith from South Africa" e "Geological Setting and Age of Australopithecus sediba from Southern Africa" serão publicados na edição de sexta-feira (9) da revista “Science”.
Esquema publicado no artigo que sai na revista 'Science' desta semana explica como a dupla perdeu a vida (crédito: reprodução Science) (FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1560838-5603,00.html, em 09 de abril de 2010.)
terça-feira, 6 de abril de 2010
Descobertos organismos que passam a vida sem oxigênio no fundo do mar
São 3 espécies, localizadas a 3 km de profundidade no Mar Mediterrâneo.
Oxigênio pra quê? Organismo ainda não batizado vive a 3 km de profundidade (Foto: Roberto Danovaro, Universidade Politécnica de Marche / BMC Biology)As espécies, do filo Loricifera, ainda não foram batizadas. Elas vivem a mais de 3 quilômetros da superfície, em sedimentos anóxicos (sem oxigênio) na Bacia de Atalanta, um vale no fundo do mar pouquíssimo explorado.
O grupo de pesquisa foi coordenado por Roberto Danovaro, da Universidade Politécnica de Marche, em Ancona (Itália).
Clique aqui para ler a íntegra do estudo, de acesso livre (em inglês)
(Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1558958-5603,00-DESCOBERTOS+ORGANISMOS+QUE+PASSAM+A+VIDA+SEM+OXIGENIO+NO+FUNDO+DO+MAR.html, em 06 de abril de 2010.)
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Sapos foram capazes de prever terremoto em L'Aquila, afirma estudo
Três dias antes do sismo, número de casais caiu para zero.
Sapos mudaram seu comportamento antes de terremoto ocorrido na Itália. (Foto: Artur Mikołajewski/Wikimedia Commons - Creative Commons cc-by-sa)Uma "alteração brusca no comportamento" dos sapos comuns machos (Bufo-bufo) foi percebida "cinco dias antes do sismo" ocorrido na cidade italiana de L'Aquila , no dia 6 de abril de 2009, de acordo com a equipe que vigiava esses anfíbios em seu local de reprodução.
Os resultados obtidos sugerem que "os sapos comuns Bufo-bufo são capazes de pressentir eventos sísmicos importantes e de adaptar seu comportamento em consequência", disse a bióloga Rachel Grant da Universidade Open, em Milton Keynes, Reino Unido.
Junto de seu colega Tim Halliday, da Oxford, ela observava por vários dias os animais a 74 quilômetros de Áquila, no momento em que a cidade foi surpreendida pelo terremoto de magnitude de 6,3 graus, que fez 299 vítimas.
Cinco dias antes do tremor, o número de sapos machos presentes no local de reprodução brutalmente reduziu em 96%, um comportamento "altamente incomum" para esses anfíbios, segundo o estudo publicado no "Journal of Zoology".
"Uma vez que os sapos chegam para se reproduzir, eles ficam habitualmente ativos em grande número no local de reprodução até que o período de acasalamento termine", lembraram Grant e seu colega da Oxford.
Nos três dias precedentes ao tremor, o número de casais caiu para zero.
Depois de terem abandonado o local com a proximidade do sismo, os machos retornaram para lá timidamente na lua cheia. Mas eles eram bem menos numerosos que nos anos anteriores: somente 34, contra 67 a 175 sapos contados no passado.
No dia 15 de abril, tendo se passado vários dias após o terremoto e dois dias depois da sua última réplica importante, o número de sapos continuou mais baixo que de costume.
Os pesquisadores confessam que não sabem ao certo "qual sinal ambiental" os sapos captaram com "tanta antecedência". Mas eles destacaram que a baixa das atividades dos anfíbios coincidiu com as "perturbações pré-sísmicas na ionosfera", camada superior da atmosfera onde os gases são ionizados (elétricos).
Essas perturbações detectadas em radiofrequências baixas podem estar ligadas a vazamentos de radônio, gás radioativo que surge do subsolo terrestre, ou às ondas gravitacionais.
Outros animais como elefantes, peixes, serpentes ou lobos também foram estudados no passado à procura de sinais precursores de sismo, sem, entretanto, fornecer dados tão concretos como os dos sapos.
(Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1550969-5603,00-SAPOS+FORAM+CAPAZES+DE+PREVER+TERREMOTO+EM+LAQUILA+AFIRMA+ESTUDO.html, em 05 de março de 2010.)
Exposição reúne corpos de vítimas de erupção em Pompéia
Em corpo conservado em gesso é possível ver pessoa cobrindo o rosto com lenço. (Foto: BBC)
Uma exposição na Itália mostra os corpos de vítimas da erupção do vulcão Vesúvio sobre a cidade italiana de Pompéia no dia 24 de agosto de 79 d.C.A cidade e o povoado vizinho de Herculano forma cobertos por uma mistura de lava, pedras e cinzas. Estima-se que entre 10 mil e 25 mil pessoas tenham morrido após a erupção.Pompéia foi como que "congelada" no tempo. A quantidade de cinzas e rocha vulcânicas expelidas pelo Vesúvio foi tamanha que os residentes e os animais da cidade foram mortos instantaneamente.
São essas figuras, formadas pelos restos dos corpos fossilizados e cobertos com gesso, que compõe a exposição aberta no Antiquário de Bocoreale, a cinco minutos de carro do sítio arqueológico de Pompéia.
Processo de escavação dos corpos vem ocorrendo desde o século 19. (Foto: BBC)
Alguns corpos revelam detalhes impressionantes. Em uma cabeça, é possível ver a dobra do lenço usado para proteger o rosto das cinzas.
"Até agora, essas figuras estavam dispersas em Pompéia ou em outros museus ao redor do mundo", disse Grete Stefani, a organizadora da exposição. "Elas nunca foram vistas juntas."
Os arqueólogos encontraram 1.150 corpos em Pompéia, mas muitos deles estavam danificados demais para serem preservados. Pelo menos um terço da cidade ainda não foi escavado.
O processo de escavação e preservação dos corpos em gesso vem ocorrendo desde o século 19.
As autoridades decidiram realizar a exposição em parte por causa da falta de conhecimento sobre as figuras.
"Muitos visitantes que vêm a Pompéia acreditam que se trata de esculturas, do trabalho de artistas", disse Grete. "Mas eles são os restos de pessoas de verdade."
(Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1557137-5603,00-EXPOSICAO+REUNE+CORPOS+DE+VITIMAS+DE+ERUPCAO+EM+POMPEIA.html, em 05 de março de 2010.)
Fotógrafo flagra ursa polar e filhote
Cena rara pode não se repetir mais no futuro, pois espécie está sob risco.
Fêmea de urso polar e filhote recém-nascido são vistos em 24 de março de 2009 na costa ártica do Alaska. A imagem é rara e corre o risco de, no futuro, não se repetir mais, pois os ursos estão em risco por conta do aquecimento polar: uma mamãe ursa mostrando seu filhote pela primeira vez, depois de três semanas confinados em uma caverna gelada. (Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media/Getty Images)
O período que eles passam 'escondidos' é importante para aclimatar o filhote. Depois que os filhotes estão prontos para enfrentar o mundo lá fora, a mãe os leva para o mar para ensinar a caçar focas. As imagens, divulgadas agora, foram tiradas pelo americano Steven Kazlowski, experiente fotógrafo de vida selvagem e ambientalista. Ele viajou pela região no ano passado com a ajuda de um guia esquimó. (Foto: Steven Kazlowski/Barcroft Media/Getty Images) (Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1536807-5602,00-FOTOGRAFO+FLAGRA+URSA+POLAR+E+FILHOTE.html, em 05 de março, de 2010.)










